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Anatel licitará mais posições orbitais nos próximos 3 mesesAnatel licitará más posiciones orbitales en los próximos tres meses

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  • Por Leticia Pautasio
  • en Notícias 2014
  • — 10 Oct, 2014
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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) do Brasil prepara para o final do ano ou janeiro de 2015 novas licitações de posições orbitais para serviços de satélite, afirmou José Alexandre Bicalho, superintendente de Planejamento e Regulamento do organismo, em declarações recolhidas pelo portal de notícias Telesintese.

O Brasil não quer perder o direito sobre as posições direcionadas pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), organismo que impôs rígidos prazos de validade na década de 90 quando diversos países falharam em implementar suas agendas satelitais. Mesmo assim, o governo poderia ficar com uma boa soma pela licitação, como ocorreu em maio passado, quando as licitações a Hispamar, Ses –que ficou com duas posições– e Eutalsat do Brasil resultaram em uma arrecadação aproximada de 153 milhões de reais (aproximadamente 63,5 milhões de dólares).

O mercado satelital brasileiro tornou-se bastante interessante e particular para novas operadoras devido ao aumento da penetração de banda larga –com investimentos estimados em 5 bilhões e 900 milhões de reais (ou 6 bilhões e 606 milhões de dólares)– e TV paga.

Além disso, a agência quer licitar no próximo ano, segmentos nas bandas de 800 MHz; 900 MHz; 1,8 GHz -que pertencia a extinta Unicel- e 3,5 GHz. Oi, -no meio de um processo de fusão com a TIM- não fez intervenção no chamado de 700 MHz e se desconhece se a reguladora permitirá que a empresa participe de futuras licitações para o espectro 4G.

La Agencia Nacional de Telecomunicaciones (Anatel) de Brasil prepara para finales del año o enero de 2015 nuevas licitaciones de posiciones orbitales para servicios satelitales, admitió José Alexandre Bicalho, superintendente de Planeamiento y Regulación del organismo, en declaraciones recogidas por el portal Telesintese.

Brasil no quiere perder el derecho sobre las posiciones orbitales asignadas por la Unión Internacional de Telecomunicaciones (UIT), organismo que impuso rígidos plazos de caducidad en la década del 90 cuando diversos países fallaron en implementar sus agendas satelitales.

Asimismo, el gobierno podría quedarse con una buena suma por la licitación, como ocurrió en mayo pasado, cuando las adjudicaciones a Hispamar, SES –se quedó con dos posiciones- y Eutalsat do Brasil resultaron en una recaudación aproximada de 153 millones de reales (unos 63,5 millones de dólares).

El mercado satelital brasileño se ha vuelto de particular interés para nuevos operadores en vista del aumento de la penetración de banda ancha -con inversiones estimadas en 5.900 millones de reales (6.606 millones de dólares)- y TV paga.

Además, la agencia quiere licitar el próximo año segmentos en las bandas de 800 MHz; 900 MHz; 1,8 GHz -que pertenecía a la extinta Unicel- y 3,5 GHz. Oi, no intervino en el llamado de 700 MHz y se desconoce si el regulador lo dejará participar de futuras licitaciones para espectro 4G.

Etiquetas: AnatelBrasilposiciones orbitalessatélites

— Leticia Pautasio

Leticia Pautasio es periodista y Licenciada en Comunicación Social por la Universidad Nacional de Quilmes (Buenos Aires, Argentina). Durante su carrera profesional se desempeñó en gráfica, radio y medios de comunicación en línea. Desde 2009 se especializa en tecnología, telecomunicaciones y negocios; cubriendo la realidad del sector en América latina. En 2013 obtuvo el diplomado "El Periodista Latinoamericano como agente y líder en el desarrollo social" del Instituto Tecnológico y de Estudios Superiores de Monterrey (México). Contacto: [email protected]

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